Eu mimo o meu marido sim!

Há bem pouco tempo, uma amiga me disse que eu ajo como mãe do Diego. A afirmação não foi emitida de uma forma amorosa, longe disso aliás, e a minha reação não foi nada boa. Reagi fria e secamente, por dois motivos. O primeiro motivo é sucintamente e muito bem explicado pela Suzanne White, autora do livro “A Nova Astrologia”, o qual traz a descrição detalhada dos 144 novos signos resultantes da combinação dos signos ocidentais e chineses. Eu sou Câncer/Rato e, segundo ela, quando atacada tenho o pavio curto e sou bastante arrogante. Isso não poderia ser mais verdade, principalmente se houver cheiro de injustiça no ar. Já suavizei demais a arrogante que há em mim, mas de vez em quando ela ainda dá o ar da graça. Mas como estou conscientemente trilhando o meu caminho de evolução consciencial, talvez um dia eu consiga reagir compassivamente no matter what.

O segundo motivo, e mais difícil de explicar, é o fato de que achar-me em uma relação conjugal emocionalmente incestuosa é um perigo real pra mim. Abandonada literalmente por pai e emocionalmente por mãe, cresci ouvindo da minha família que eu tinha que ser forte, tinha que cuidar da minha mãe a qual “é fraca da cabeça, minha filha”, e do meu irmão, o qual ainda estava na barriga da minha mãe, ela então com 23 anos, quando meus pais se separaram. Amedrontada e desamparada, segui à risca as instruções. Tornei-me mãe de ambos, sustentando-os emocionalmente e até financeiramente. Sufoquei a menininha amorosa e sensível, e transformei-me numa criatura literalmente desalmada e arrogante. Levei 33 anos pra conseguir expressar a raiva implodida por ter carregado tão pesado fardo por tanto tempo. Foi através do Processo que consegui começar a tirar as máscaras as quais fui obrigada a usar a fim de sobreviver a tanta dor. Dado esse pano de fundo e o fato de que repetimos os programas negativos herdados da infância, é bem possível tornar-me mãe do Diego e, assim, tentar “controlar” a relação. Portanto, pus me a refletir após o acontecido. Caso eu estivesse agindo como mãe do Diego, estaríamos claramente vivenciando uma relação de amor negativizado, leia-se atulhada de desentendimentos, brigas e inculpações, pois um ou outro ou ambos não estaríamos felizes, dado que sufocados estariam os nossos preciosos cernes espirituais. Mas a nossa relação não é assim. É certo que tivemos nossa fase de ajustes no início da relação. Houve momentos de querermos desistir da parceria, os quais sempre resultaram em crescimento individual e conjugal, pois o amor que nos une é grande. Já há bastante tempo vivemos uma relação super harmônica. A cumplicidade e a alegria crescem exponencialmente. Quanto mais crescemos enquanto indivíduos, e quanto mais expressamos nossas essências, mais apaixonados ficamos. Nosso dia-a-dia é de amor e luz. Quando há divergências de opinião, conversamos sobre elas e respeitamos o ponto de vista alheio. Aqui na nossa casa a liberdade de ser é muito valorizada, ninguém faz nada que não esteja a fim de fazer só pra suprir a carência emocional do outro. Quando carências emocionais vêm à tona, aquele que caiu no buraco é recebido com compaixão e compreensão, e juntos atravessamos o lamaceiro. Ninguém nunca dorme no sofá. Dormimos juntinhos sob juras de amor eterno e já acordamos de bom humor. Nossa vida juntos é muito mais do que um dia eu sonhei pra mim.

Depois da análise acima, cheguei então à conclusão que não vivo uma relação incestuosa com o marido mais lindo do mundo, mas sim que sinto muito prazer em desempenhar o papel da mulher que cuida da casa e do marido, como bem afirmou o astrólogo Carlos Maltz quando fez a nossa sinastria. Mas era preciso consultar o meu suposto “filho”, pois afinal ele é também o meu melhor amigo e nada que se passa comigo deixo de compartilhar com ele. E o diálogo foi mais ou menos assim:

- Amor, você acha que eu ajo como uma mãe pra você?
- Como assim, amor? Está tudo bem com você?
- Mais ou menos, amor, estou com medo de estar agindo como sua mãe e não quero que isso aconteça de jeito nenhum, só quero ser mãe dos meus próprios filhos.
- Mas de onde você tirou essa idéia, neguinha?
- É porque a fulana falou isso…. (e contei todo o ocorrido)
- Quê isso, amor, você é uma mulher muito amorosa que ama cuidar de mim e eu amo ser cuidado por você. Esquece isso, nega, eu te amo tanto. Além do mais, eu não sentiria tesão pela minha “mãe”, né?!

E é verdade. E como nada nessa vida acontece por acaso, o desagradável acontecido gerou toda essa reflexão da minha parte e me fez ver que após mais de 20 anos trabalhando pra me sustentar e a outros, hoje encontro-me muito feliz sendo sustentada e cuidada pelo meu marido, situação assumida de comum acordo. É ele o responsável pela renda da casa, o que faz de forma laboriosa, trabalhando muito mais que 40 horas por semana. O salário que hoje ganho como professora assistente significa pouco ante o total, pois estou me dando ao luxo de trabalhar fora poucas horas por semana a fim de ter tempo de cuidar da nossa casa – coisa que realmente amo fazer; poder ir pra academia no meio da manhã, meditar, ler, escrever pro blog, ir pra minha sessão de Pilates, gastar quanto tempo eu quiser fazendo as compras da semana, encontrar com os amigos pra um café no meio da tarde, e recebê-lo no fim do dia com uma comidinha muito saborosa e saudável. Aliás, a cozinha é o meu reino. E o marido mais lindo do mundo, além das horas que trabalha, ainda encontra tempo pra me dar colo sempre que preciso, pra ler todos os posts que escrevo pro blog e opinar sobre, pra consertar tudo em casa – coisa que ele ama fazer; pra limpar o jardim, pra tocar sax, pra tirar fotografia, pra socializar com os amigos e pra sair pra jantar e dançar com a neguinha. Eu mimo muito ele, isso é fato, mas ele também me mima muito.

Certamente a nossa dinâmica conjugal vai mudar depois que tivermos filhos, e ambos sabemos disso. Nosso objetivo é eu poder me dedicar inteiramente à maternidade, leia-se não trabalhar fora, até que a criança tenha ao menos 3 anos, haja vista a importância da presença integral da mãe nesses primeiros anos de vida, fato cada vez mais claro pelo que tenho experienciado no maternal/jardim de infância onde estou trabalhando. Não sabemos se será possível, mas é esse o nosso desejo. E só depois então é que eu penso em voltar a trabalhar com afinco, a novamente dedicar-me a uma profissão, seja ela qual for, pois ainda não tenho certeza se realmente quero ser professora. O tempo dirá, isso é algo que realmente não me preocupa. Mas de uma coisa eu tenho certeza:  j a m a i s  deixarei de carinhosamente preparar o sanduíche pro marido mais lindo do mundo levar de manhã pro trabalho. Com queijinho derretido caindo pelas bordas, que é como ele gosta!

 

Ele aaaaaaaama meus mimos!!!

 


4 Comentários

O Resgate do Soldado Trigo

Tentativa débil de reproduzir o momento da comemoração. Faltaram as lágrimas de alegria.

 

Status da operação: cumprida com louvor!

Filosofia de ação: A união faz a força. O amor elimina o medo. A  escuridão não existe na presença da luz. O bem sempre vence o mal.

Resultados alcançados: Lágrimas de alegria, sorrisos contagiantes, corações iluminados, êxtases de alma, Melbourne e Brasília em festa!

 

Ainda sem comentários

Kryon na minha vida e em Melbourne 2012

Nos dias 17 e 18 de março participei do seminário do Kryon aqui em Melbourne. Meu primeiro contato com essa entidade angélica tão amorosa foi no início de 2004. Eu estava começando o meu trabalho no Ministério da Cultura, muito alegre na superfície e bem perdida dentro, em busca de algo que eu ainda não sabia o que era. Num certo dia recebi um email – de uma pessoa desconhecida, sobre os 51 sintomas do despertar espiritual, cuja leitura fez bastante sentido pra mim. Ao final desse email havia um link pro Velatropa, um site onde encontrei as primeiras informações sobre o trabalho do Lee Carroll, um muito bem humorado norte americano que é o canalizador original do Kryon. O trabalho do Lee com o Kryon começou em 1989. O Lee conta que levou um bom tempo até que a super mente pragmática e descrente do engenheiro que ele é, decidisse dar ouvidos às mensagens que ele recebeu de 2 clarividentes distintos – os quais ele somente consultou por insistência da sua então super esotérica esposa, que afirmavam que havia uma entidade angélica chamada Kryon tentando comunicar-se com ele. Depois que o segundo clarividente, anos após a consulta com o primeiro, entregou a mesma mensagem, o Lee achou que era melhor dar ouvidos. Ele diz que sentou na sala da sua casa, fechou os olhos e muito céticamente disse: “Então Kryon, você quer falar comigo, eu estou aqui, pode falar.” Imediatamente uma onda de pranto o assolou e, assustado, ele levantou-se da cadeira protestando: “Aí não, se você quer falar pode falar, mas chorar eu choro na hora que eu quiser e como eu quiser.”  Dei muitas risadas no seminário ouvindo ele contar a história. Foi um processo lento o que levou o Lee a canalizar o Kryon. Ele diz que nas primeiras vezes ele só chorava, e chorava muito, pois “era necessário limpar e amaciar o coração.” Durante alguns anos ele canalizou apenas o seu próprio Eu Superior, o qual depois abriu as portas pro Kryon. Hoje o Lee é reconhecido mundo afora pelo trabalho que vem fazendo. Ele já visitou mais de 30 países e já foi convidado por 7 vezes pra canalizar na Organização das Nações Unidas em Nova York.

Voltando à minha história com o Kryon, assim que comecei a ler o primeiro livro senti-me em casa. As palavras encontraram ressonância direta em meu coração, foi como um rememorar. Li todos os livros disponíveis no Velatropa. Comecei a praticar exercícios e afirmações sugeridas por ele, cuja essência era sempre a mesma: trilhar o caminho da minha alma, seja ele o qual fosse, onde fosse e quando fosse. Lentamente comecei a ver minha vida mudar. Em meados de 2005 veio meu processo de terapia, o qual me ajudou a começar a limpar o pó encardido que impedia minha alma de dançar. Na sequência veio o Diego, marido mais lindo do mundo, o qual continua me ajudando a voar alto e livre. Em 2009 veio a Austrália e a Pedagogia Waldorf, e com elas um acelerar do meu desenvolvimento espiritual. Nesses 8 anos desde o primeiro contato, o Kryon esteve sempre presente na minha vida. Suas palavras sábias e amorosas, aliadas à minha primordial vontade de voar, hoje me encontram leve, livre e feliz, certa que a evolução é sem fim. O meu aflorar espiritual poderia ter vindo de outra fonte, afinal existem tantos diferentes anjos humanos divulgando o mesmo precioso teor de informação multidimiensional, mas o que traz êxtase pra minha alma é o Kryon.

A minha ida ao seminário foi fruto de uma bela co-criação. Eu havia perdido a oportunidade de participar do seminário anterior ocorrido aqui em Melbourne em 2010 e queria muito ir nesse, mas não tinha o dinheiro. Numa quarta-feira à noite durante a minha meditação, conversei com meu Eu Superior e disse a ele que eu queria muito ir, que ele então fizesse surgir uma sincronicidade, caso a minha ida fosse apropriada pro meu momento de vida. Deixei bem claro que caso eu não fosse, estaria tudo bem também, eu ouviria a canalização no site do Kryon feliz da vida, e iria numa próxima vez. Pra encurtar a história que eu já contei aqui, no dia seguinte eu fui chamada pra uma entrevista de emprego, já saí de lá contratada, e comprei o ingresso pro seminário quando cheguei em casa! Agradeci demais ao meu Eu Superior por tamanho zelo na rapidez com que a sincronicidade apresentou-se. E tem sido assim, “sincronicidades pá-pum” vou começar a chamá-las, pois eu e Diego manifestamos intenções e não muito tempo após, sendo elas apropriadas, algo acontece pra materializá-las. O Universo é lindo demais!

O final de semana do seminário chegou e eu acordei radiante no sábado. Diego era só sorrisos vendo minha felicidade totalmente pueril ao despedir-me dele. Já na fila de entrada conheci a Genevieve, uma australiana que mora em Sydney e tornou-se uma amiga de jornada. Passamos os dois dias do seminário juntas, compartilhando nossas histórias de vida e trocando idéias sobre as palestras. Por sugestão dela, estamos fazendo um círculo de cura toda noite, cada uma na sua casa, no mesmo horário. A intenção é enviar luz e amor pra nós e pra pessoas conhecidas que precisam de algum tipo de cura, quer seja física, emocional, mental, ou espiritual – já incluí duas crianças lá da escola as quais precisam de uma ajudinha extra. Ao final do círculo também enviamos luz e amor pra nossa querida Mãe Gaia. Tem sido uma experiência fantástica e poderosa, em que sinto de forma muito palpável a transmissão de energia. Já agradeci muito a Genevieve por essa preciosa idéia. Tirar um momento do seu dia pra enviar amor a quem precisa não tem preço.

O seminário foi ótimo. Cerca de 230 pessoas presentes, mais mulheres que homens, faixa etária variando de 20 a 80, com um percentual significativo de pessoas na faixa de 60 anos. Uma delícia conversar com irmãozinhos de alma que também se beneficiam das mesmas coisas que você. Além das 4 canalizações do Kryon, duas a cada dia, houve palestras muito interessantes do próprio Lee Carroll, da Peggy Phoenix Dubro e do Jorge Bianchi, todas trazendo informações valiosas que nos permitem compreender melhor o nosso papel nesses tempos de evolução acelerada. Durante as canalizações, eu decidi que fecharia os olhos pra tentar me concentrar mais na energia e me distrair menos com os apelos visuais. Absorta na sopa energética dentro e ao meu redor, acho que entrava numa espécie de transe, pois quando fui ouvir as canalizações em casa, depois do seminário, era como se estivesse ouvindo pela primeira vez, não lembrava de nada. Nesses momentos de intensa conexão comigo mesma, eu experienciava ondas de energia percorrendo o meu corpo me levando a um suave embalar circular, ora no sentido horário, ora anti-horário – uma delícia! E foi assim, deleitando-me em mim mesma, que recebi um presente totalmente inesperado: alguém me tocou, um dedo apenas, um toque suave, banhado de amor, mas muito breve, pra não deixar dúvidas do contato mas pra não assustar essa pessoa que vos escreve e que (ainda) receia aquilo que os olhos não conseguem ver. Assim que senti o toque, sabia que não provinha do plano físico, mas achei melhor conferir, pois queria ter certeza. Perguntei à Genevieve se ela tinha me tocado, e ela disse que não. Olhei pra trás e as pessoas pareciam bem concentradas, ninguém olhou pra mim como querendo me dizer algo. Voltei pra mim, fechei os olhos e agradeci a quem quer que fosse que tivesse feito contato comigo. Duas semanas depois do seminário, em estado meditativo, perguntei ao meu Eu Superior quem havia me tocado. A primeira imagem que veio à minha mente foi a do meu amado pai. Fiquei tão feliz! Sempre que fecho os olhos e o chamo, ele vem, mas dessa vez ele me tocou e eu senti o toque, e jamais vou esquecer esse momento. Algo que também me ocorreu é que o seminário foi depois do post que escrevi pra ele e minha mãe, e acho que ele deve ter gostado muito e veio me visitar! O Kryon sempre diz que as pessoas queridas que já viraram anjinhos vêm visitar aquelas que estão fisicamente presentes nas canalizações, elas aproveitam a brecha criada no véu que separa nossas dimensões, e vêm nos amar.

O conteúdo das canalizações do Kryon giraram ao redor da capacidade de auto-cura do ser humano através do contato com o campo quântico do DNA, algo sobre o qual falei na segunda parte do post Deixa Sair. Ele frisou que os influxos de nova energia que estão vindo pra Terra  tornam muito mais eficiente a nossa comunicação com o DNA, facilitando a travessia da ponte que leva à Inteligência do Corpo, essa que produz milagres. “O DNA é o cruzamento entre Deus e o homem, a mistura do quantum e não-quântica, e vibra com a essência da verdade do Universo.”

Ao final do seminário, entrei na fila pra pegar um autógrafo do Lee Carroll no livro que adquiri lá, único que eu ainda não li, o “The Twelve Layers of DNA (An Esoteric Study of the Mastery Within)” – As Doze Camadas do DNA (Um Estudo Esotérico da Mestria Interna). Contei a ele sobre a sincronicidade que me levou ao seminário e ele disse que ama ouvir as histórias, as quais repetem-se mundo afora. Agradeci a ele pelo trabalho lindo que ele faz, por ele ter aceitado o chamado do Kryon, contribuindo assim pro trabalho de ascensão de vários seres humanos, inclusive o meu.

Lee Carroll e eu!

Caderninho de notas comprado especialmente pro seminário! Está cheinho de pérolas de amor e sabedoria :)

 


4 Comentários

A vida em simples cliques #7

Essa fadinha, ops, joaninha pousou na minha mão lá na Confest, no último dia de 2011. Nas suas asinhas trazia maravilhosos tons de dourado, cobre, marrom e alaranjado simetricamente organizados em padrões quadrangulares - nunca havia visto uma assim, algo simplesmente mágico! Ela ficou lá na minha mão um tempão, tranquila, permitindo que nos encantássemos da sua beleza sublime. Obrigada, Mãe Gaia, pelo mimo! Obrigada, Milan, pelo registro desse momento inesquecível.

O Milan me encaminhou essa versão em que a fadinha reina única em seu esplendor! Achei tão difícil decidir qual postar que resolvi postar ambas.

Esse é o delicioso jardim de infância Waldorf em que estou trabalhando como professora assistente. Pensem numa felicidade infinita!! O prédio, que antigamente acomodou uma estação de trem, foi tombado e internamente revitalizado para receber os anjinhos pequeninos a quem carinhosamente chamamos de crianças. Nas duas laterais do prédio há jardins super espaçosos com direito a horta, pomar, galinha, porquinho da índia, banco de areia e terra, e estruturas de madeira pras crianças escalarem e escorregarem. Após 4 semanas de trabalho, já estou estreitando laços com os pequeninos, e diariamente recebo muitos abraços e carinhos gostosos. Obrigada meu Eu Superior por mais esse cuidado, estou feliz demais!

A placa de tombamento do prédio.

Minha querida amiga Manda voltou pra Indonésia feliz da vida! Lá vai ter bebês e abrir uma escola Waldorf. Fiz esse presente pra ela sempre lembrar que, a despeito de qualquer coisa, escolhamos pensar com o coração!

Adoramos explorar novos sabores e lugares, e todo final de semana tomamos café da manhã em um lugar diferente, o que não é tarefa difícil, pois Melbourne tem uma infinidade de cafés espalhados por seus bairros charmosos.

Parque Nacional das Grampians, cerca de 3 horas de Melbourne. Diego tocou no Festival de Jazz de Halls Gap, cidadezinha que fica aos pés das Grampians, cadeias de montanhas majestosas.

Caminhada pro ponto mais alto das Grampians.

Havaianas novas: presente do Igor e da Tica!

O Hermeto Pascoal veio pela primeira vez a Melbourne. O show foi maravilhoso, ficamos com uma saudade imensa da qualidade da arte brasileira. Aos 75 anos, o Hermeto continua dando um show de vitalidade e criatividade. O coração dele é imenso e o cabelinho branco é macio e cheiroso. O desenho que ele fez no autógrafo é um auto-retrato após o vinho - figuraça!

by marido mais lindo do mundo num dia pós praia...

O outono chegou e vai salpicar as árvores de Melbourne dos mais belos tons de vermelho, laranja e amarelo. Mas o verão vai deixar saudades..

Pra curtir os dias de verão, voley de praia em Port Melbourne. Na foto: Diego, Thiago, Lily, Fabão, Felippo e a lua.

Esse é o Liam, bebezinho da minha amiga Mayuko. Ele tem 7 semanas de vida linda! Nessa foto ele tinha apenas 4 semanas e eu cuidei dele uma manhã inteirinha numa ocasião em que a Mayuko precisou resolver coisinhas na rua. Foi um presente muito especial! Ele não é um amorequinho?

Eywa, diretamente do filme Avatar, pra Melbourne! Eywa por todos os lados :) Amo!

Expressão corporal é tudo! Fácil dizer quem ganhou e quem perdeu essa partida de totó que Diego e Renato jogaram na garagem daqui de casa :)

Delícia de placa!!!!! Quero pra mim :) Aqui no estado de Victoria podemos personalizar a placa do carro. Há infinitas possibilidades de combinações, cores e temas.

Preciso dizer que minha feijoada é um SUCESSO!!!

Tadinho do Wilson, gente, deve estar morrendo de saudades do Diego. Eles eram companheiros de trabalho na empresa onde Diego trabalhou antes. Fique bem, Wilson, Diego vai sempre lembrar de você e temos certeza que você já deve ter feito outro amigo, pois, apesar de tímido e calado, você tem um coraçãozão!


Cyclone Warning, banda do marido mais lindo do mundo, da esquerda pra direita: Gustavo (Colômbia), Eric (Ilhas Maurício), Diego e Arnaud (Ilhas Maurício). Eles tocam jazz fusion da melhor qualidade, fruto das composições do tecladista Eric. Ano passado gravaram um CD e têm tocado semanalmente num lounge muito aconchegante chamado Blue Stone. Abaixo uma das músicas do CD pra vocês curtirem!

12 Comentários

Up 2 U no Breique Taime!

Semana passada recebi uma homenagem linda demais do meu amigo David no delicioso blog dele, o Breique Taime. Lá estava euzinha, feliz da vida no meu breique taime do trabalho, ainda sorvendo com calma as mágicas e inspiradoras experiências que tenho tido com os pequeninos do jardim de infância, quando resolvi bisbilhotar o Facebook. Dei de cara, alma e coração com um recadinho super carinhoso do David. Cliquei correndo no link do post e me embebi daquelas palavras tão amorosas, que fizeram meu dia ainda muito mais especial. Fiquei suuuper emocionada. Sabe aquela emoção boa que aquece o coração? Pois é, a própria. Li 3 vezes na sequência, apaixonada pela sensibilidade com que meu querido amigo descreveu a vida gostosa que eu e o marido mais lindo do mundo levamos por aqui e a qual tento transcrever pro mundinho daqui do blog.

O David é uma pessoa incrível, daquelas com quem você senta pra conversar horas a fio, não vê o tempo passar, e abre seu coração porque sabe que dali não vem julgamento, mas copiosíssima sabedoria e bastante bom humor. E agora ele resolveu nos brindar com pérolas de arte escrita. O blog dele é uma delícia! Sempre que vou lá dar uma relaxada, afinal é essa a proposta do blog, tenho garantidos momentos de descontração, pois como eu já disse, ele é muito bem humorado. A alma dele? É olente, envolvente, exala amor, beleza, suavidade, sabedoria (ixi, tô ficando inevitávelmente repetitiva?), vida, e luz, muuuita luz. Mas afinal, como esperar algo diferente de alguém que traz Rosa em seu nome?

O post lindo que ele escreveu sobre nós está bem aqui! Vai lá conferir o tanto que a alma desse moço é linda de viver!

Obrigada, amigo amado! Jamais esquecerei essa surpresa tão especial. Saudades dos nossos papos... Beijos com muito amor pra você e sua queridíssima Binha, que está arrasando nas ilustrações do Breique!

4 Comentários